Uma rosa dos ventos formada por QR-Codes mapeia os desejos dos participantes do Virada Digital que visitam o Hub Chafariz onde a exposição acontece. O conceito de arte tecnológica desenvolvido pela curadora do Virada Digital, Martha Gabriel, pretende questionar o uso da tecnologia, além de mapear o desejo das pessoas em cada lugar por onde a exposição passa – e também via web . No caso de Paraty, os desejos mais codificados foram paz e amor.
Ela também destaca que a tecnologia á capaz de democratizar a produção artística uma vez que as pessoas não precisam ter domínio.
Para interagir na sensitive rose, um celular com aplicativo para ler QR-Code, baixar o código de entrada que te encaminhará para uma página na qual você digita o seu nome e o seu desejo. A partir daí, seu código é reproduzido no telão ( no caso da exposição no Virada Digital) e os sentimentos mais votados, identificados por pontos coloridos ao redor do código, ocupam lugares como o norte e o sul, formando uma rosa dos ventos dos sentimentos.
A professora da USP, Lúcia Filgueiras curtiu o fato do hub onde acontece a exposição estar exatamente em cima do chafariz, juntando o novo e o antigo. “O mais legal é que é possível interagir com a tecnologia nova. Estava usando um aplicativo que não era bom e instantaneamente baixei um mais adequado. É uma experiência interessante”, destacou lembrando que poder “por a mão na massa” encanta, bem como o fato de poder observar como as outras pessoas estão interagindo.
Martha Gabriel destaca que o mais importante do Virada Digital é o legado que deixa.










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